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Mitos sobre o comportamento suicida - Parte I


Os preconceitos sobre o comportamento suicida e o tabu relacionado ao tema vêm sido historicamente repetidos. Essas ações contribuem para a formação e perpetuação do estigma carregado pelas doenças mentais.


O conhecimento e a informação correta são grandes aliados. Podem contribuir diretamente para a desconstrução do estigma e para que a população perceba os sinais de alerta, aprendendo como ajudar.


Conheça abaixo alguns dos mitos que cercam o comportamento suicida:


1. O suicídio é uma decisão individual

Em 96,8% dos casos, o suicídio é consequência de um transtorno psiquiátrico não diagnosticado, não tratado ou, ainda, tratado de forma inadequada. Desta forma, o indivíduo tem a sua percepção da realidade alterada, o que interfere no seu livre-arbítrio.


2. Uma pessoa que pensa em suicídio está em risco para o resto da vida

Como visto, a maioria dos suicídios está vinculado a uma doença mental. Quando o risco é eficazmente tratado, a pessoa não estará mais em risco. Após o tratamento da doença mental de base, a ideação suicida desaparece.


3. Pessoas que ameaçam se matar o fazem apenas para chamar a atenção

A maioria dos suicidas fala ou dá sinais sobre suas ideias de morte. Boa parte dos suicidas expressou, em dias ou semanas anteriores, frequentemente aos profissionais de saúde, seu desejo de se matar.


Estes são apenas alguns dos mitos que cercam o suicídio. Acompanhe o blog Setembro Amarelo e saiba mais sobre o tema das próximas postagens.


Você pode também acessar a Cartilha Suicídio: Informando para Prevenir, clicando aqui.

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